quarta-feira, 17 de julho de 2013
Ai as ganzas!
Hoje estou de turno, mais um!
Desta vez um furto.
Explica-me a arguida enquanto arrota sonoramente:
- Olhe, nem sei o que me deu. Fumei uma ganza, passei-me logo. Nem sabia o que estava a fazer!
Curioso como cada vez que se perde a consciência ataca-se a registadora de alguém....! É que é preciso ter azar, logo duas vezes no mesmo dia!
terça-feira, 16 de julho de 2013
Sejamos solidários a dar ... e humildes a pedir!
Sou solidária por natureza e fico
especialmente agradada quando constato essa mesma qualidade entre as pessoas de
quem gosto, pois não só fico feliz pelo acto em si, pela forma como o mesmo
facilitará a vida de alguém, como me conforta relembrar que entre os meus
Amigos e/ou Familiares estão pessoas de bem. Acredito que é naquilo que damos
aos outros sem esperar nada em troca, que nos revelamos!
Numa época como a que vivemos, em
que as dificuldades são assombrosas e os pedidos de ajuda proliferam, não
consigo deixar de sentir que o que se faz é sempre insuficiente, sendo certo,
porém, que o pouco que se dá é de todo o coração.
É especialmente nas redes sociais
que os apelos surgem. Seja para fazer face a despesas de saúde, seja para
ajudar animais em risco, seja para possibilitar a realização dum sonho, cada um,
a seu jeito, é legítimo e, como é óbvio, só ajuda quem quer e quem pode.
Sendo que responder aos apelos
que nos vão surgindo diariamente implica recursos maiores do que os que a boa
vontade pode oferecer, impõe-se fazer escolhas e, cada um, de acordo com as
suas convicções, vontades ou puros caprichos, escolherá abraçar a causa que
mais lhe aprouver, se assim o entender!
Pois que, se é certo que a
disponibilidade que demonstramos em prol dos outros nos define como ser
humanos, também não é menos verdade que a forma como se pede (e se agradece, ou
não) nos descobre.
A este propósito confesso que há umas semanas que sigo, com
algum interesse, um apelo no Facebook que, não obstante não ter contribuído financeiramente –
pois que as minhas opções passaram por outras causas, quanto a mim prioritárias
– partilhei e muito tenho desejado que se atinja o objectivo pretendido.
Contudo, há alguns dias a esta
parte, tenho vindo a ser surpreendida pela falta de humildade com que o “peticionário”
se tem dirigido a quem não respondeu, em géneros, ao seu apelo.
Além de demonstrar uma enorme
falta de sentido de oportunidade, mais grave ainda, age, contra aqueles que são
os destinatários dos seus pedidos, com a arrogância própria de quem pode exigir
o que quer que seja.
Sendo certo que até agora não
contribuí para a sua causa porque não me foi possível (e a partir deste momento
não contribuirei porque não quero), ainda assim deixo aqui, de borla e de todo
o coração, uma advertência que, segundo os meus modestos critérios, encerra em
si um valor essencial: "A
arrogância precede a ruína, e o espírito altivo, a queda."
quinta-feira, 11 de julho de 2013
É a Crise!
O rapaz saiu de casa
com a notificação que recebeu do tribunal no bolso, pois que o papel higiénico
está caro e uma pessoa tem que estar prevenida, não vá a dor de barriga chegar
sem pré-aviso.
Como é daqueles que
gosta do quentinho, do barulho das sirenes e da azáfama dos homens que comandam
as mangueiras, nada como atear um “fogozinho”, para aquecer os ânimos!
Mas antes, há que
contactar com a natureza em estado puro… baixa as calças, flecte os joelhos,
fecha os olhos enquanto faz força ao som dos passarinhos… ah, que alívio, que
bem que se está no campo!
Calmamente retira a
notificação do bolso e dá-lhe uso, afinal para que serve o erário público senão
para limpar a m… de uns e outros?!!
De seguida risca o
fósforo, aquele lampejo azul que em contacto com o pasto seco se transforma
numa enorme fornalha, rapidamente se expande…. Ele observa, de longe,
prazerosamente….
Quando os bombeiros chegam,
nada resta da propriedade fértil de outrora. Um amontoar de negrume morto cobre
o horizonte… ao fundo, uma luz, um brilho no meio da escuridão, um papelinho
que esvoaça ao sabor do pouco vento que se sente …. um papelinho com nome e
morada…e perfume peculiar!
Dizer que a minha profissão permite-me contactar com as mais
diversas realidades, não é novidade.
A novidade é ainda conseguir surpreender-me!
Isto da crise afecta todos os sectores!
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Ai, que me Falta o Ar!
A minha aversão a dietas e exercício físico é sobejamente conhecida.
De todo o modo, tenho plena consciência que, a partir de determinada idade,
ou se fecha a boca e se mexe o esqueleto, ou arriscámo-nos a passear um pudim
no lugar onde outrora morou um rabinho jeitoso.
A acrescentar a isto, no Domingo à noite, vi um programa de saltos para a
piscina que me deixou enfurecida. Então aquilo lá é coisa de se exibir na
televisão? Aquela malta toda de corpinhos danone e pele bronzeada a desfilar em
magníficos fatos de banho? Para quê? Para nos (me) fazer sentir um charco
perante um oceano? Ninguém merece!
E o pior de tudo: Vocês viram as pernas e o rabo da Carolina Patrocínio? Mulher
nenhuma merece ser confrontada com aquilo! Haja decência e respeito pelas dificuldades
alheias.
Só as braçadeiras do Cláudio Ramos me deixaram a alma mais apaziguada… mas não o suficiente!
Pois bem, sendo assim, tive que me converter, estou uma mulher nova… ou
quase!
Há dois dias tomei uma decisão: Vou ser pró-activa, moderna e, com muita
sorte, conseguir o rabo que a Carolina Patrocínio terá daqui a 30 anos!
Na senda dessa minha decisão, ontem levantei-me às 6H30 da manhã e fui
correr! Sim, eu disse, correr!
Acho que corri aproximadamente 1 km, tudo o que as minhas pernas e as
minhas capacidades cardiovasculares permitiram. Depois disso parei, olhei em
volta e procurei um sítio relvado, com ar fofinho… para que quando desmaiasse
não doesse muito…
Milagrosamente, não desmaiei e ainda caminhei, em passo apressado, mais 3
km!
Voltei a entrar em casa eram 7H30, com a sensação de dever cumprido… e uma
dor de cabeça que latejava como um tambor, certamente pela falta de oxigenação
cerebral….
Senti-me tão feliz que até comi um brigadeiro!
(Tirei isto do mural de alguém no Facebook,
só para o caso do autor ser meu fã!)
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Bem Vindo ao Meo!
22/05/2013
Marido: Estou? Quero reportar a avaria da minha Box.
Apoio ao Cliente: (…) Então vamos marcar assistência técnica
no local, para substituição da box, para dia 24, pode ser?
Marido: Sim, mas apenas entre as 18H00 e as 20H00.
Apoio ao Cliente: Está confirmado então!
23/05/2013, pelas 09H45
Assistência Técnica: Estou? Bom dia, estou a ligar por causa
da assistência técnica à sua Box, agendada para amanhã. Será que podemos
reagendar a assistência para hoje?
Eu: Sim, pode, mas no mesmo horário, ou seja, entre as 18H00
e as 20H00.
Assistência Técnica: Com certeza! Está combinado.
23/05/2013, pelas 11H00
Técnico: Estou? Bom dia, estou a ligar por causa da assistência
técnica à sua Box.
Eu: Sim, diga!
Técnico: É só para avisar que estou a ir para sua casa agora.
Eu: Desculpe? Não foi isso que eu combinei com o seu colega.
A assistência está marcada para o horário das 18H30 às 20H00. Neste momento não
tenho ninguém em casa.
Técnico: Ah, ok, então pronto, fica para essa hora.
23/05/2013, pelas 16h35
Técnico: Estou? Boa tarde, estou a ligar por causa da assistência
técnica à sua Box.
Eu: Sim, diga!
Técnico: É só para avisar que estou a ir para sua casa agora.
Eu: Desculpe? Não foi isso que eu combinei consigo. Já lhe
disse que não tenho ninguém em casa antes das 18H30
Técnico: Ah, ok, é que eu percebi que era às 17H00. Então
pronto, fica para essa hora.
Era tão bom quando só haviam 4 canais!
terça-feira, 14 de maio de 2013
Eis a Questão!
Hoje estou de turno - o plantão dos advogados.
Enquanto aguardo que o processo que me calhou suba do Ministério Público para o Juízo criminal que vai proceder ao julgamento, tenho 10 minutos para tomar pequeno almoço...
O café brinda-nos com a transmissão de um daqueles programas matutinos deprimentes em que uma galinha grita desalmadamente!
Mas hoje, um tema verdadeiramente importante, um tema que nos define como ser humanos, um tema cuja discussão reveste absoluto carácter de serviço publico.
É então lançada a questão, em letras garrafais:
A NOSSA ALIMENTAÇÃO INFLUENCIA O CHEIRO DOS NOSSOS PUNS?
Jesus, como é que se conseguiu viver até agora sem termos pensado nisto?
Obrigada Goucha, és o maior! E sim, o pequeno almoço está a saber-me bem!
Enquanto aguardo que o processo que me calhou suba do Ministério Público para o Juízo criminal que vai proceder ao julgamento, tenho 10 minutos para tomar pequeno almoço...
O café brinda-nos com a transmissão de um daqueles programas matutinos deprimentes em que uma galinha grita desalmadamente!
Mas hoje, um tema verdadeiramente importante, um tema que nos define como ser humanos, um tema cuja discussão reveste absoluto carácter de serviço publico.
É então lançada a questão, em letras garrafais:
A NOSSA ALIMENTAÇÃO INFLUENCIA O CHEIRO DOS NOSSOS PUNS?
Jesus, como é que se conseguiu viver até agora sem termos pensado nisto?
Obrigada Goucha, és o maior! E sim, o pequeno almoço está a saber-me bem!
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Actualizando....!
Ai, nestes dias que se passaram
desde o meu último post, muitas coisas dignas de nota se passaram, contudo, e
porque aqui a rapariga tem que trabalhar (de vez em quando faz falta!) não tem
havido tempo para grandes desabafos, relatos e coisas que tais.
Desde logo, e para que não se perca
actualidade, pelo menos quanto a este assunto, ontem fiz anos. Pois é,
lembram-se do post do ano passado? Claro que não! Então vão lá vê-lo! Dhaaaa!!!
No geral, tudo na mesma, mas desta vez com direito a bolo, velas e cantoria,
que o Jovem lá de casa não dispensa!
Antes disso, o Dia da Mãe! Foi
giro, este ano mais giro, porque a interacção com quem me atribui tal estatuto
é bem maior, mais animada e, sobretudo, mais vivida de parte a parte.
E ainda tive direito a
presentinhos…
Antes disso ainda uma Viagem, a
primeira desde que o AP nasceu!
Elegemos Marrocos! Suficientemente
perto para permitir uma estadia curta (4 dias) e um regresso rápido caso fosse
necessário (felizmente não foi) e suficientemente diferente para nos fazer
sentir, de facto, de férias!
Foi bom, embora as saudades
apertassem a cada segundo!
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