terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O Melhor do Meu Dia!

Há cerca de duas semanas aderi a uma iniciativa denominada "o melhor do meu dia".
Basicamente, o que se pretende é que os blogs aderentes passem a exibir o símbolo alusivo e depois, cada blogger a seu jeito, partilhe o que de facto retirou de melhor na vivência diária.
Achei a ideia gira e sobretudo estimulante do ponto de vista que nos permite fazer uma retrospectiva do dia e encontrar sempre alguma coisa boa para partilhar... No fundo, por pior que seja, há-de haver uma vertente positiva em tudo o que vivemos, só que nem sempre nos damos ao trabalho de pensar sobre o assunto, de valorizar e, sobretudo, alegrar-mo-nos com isso.

Muito tropegamente, com todas as limitações de que padeço ao nível da utilização das novas tecnologias, lá consegui espetar o símbolo no blog.
O mais ridículo é que a coisa colou de tal forma que agora, sempre que se partilha um post deste pobre blog, é aquele símbolo que o acompanha, e não as mãozinhas do costume...

Já retirei o selo, já alterei meia dúzia de definições, e nada resolve! Portanto, se alguém souber como é que isto se soluciona, muito agradeço!

Para já, e apesar da irritação que esta minha inabilidade para a informática me provoca, tenho a relatar-vos o melhor do meu dia:

- Mãe, olha! (enquanto esfrega o carregador do iPad na cara).
- O que é isso? Que estás a fazer?
- Estou a fazer a "baba"! (leia-se barba).

Tanto que se poderia dizer!!!

Muito se poderia escrever sobre a época de festas que passou, sobre o Natal em família, em paz, como deve ser e tanto se deseja.

Sobre os excessos de doçaria que cometi (e que irremediavelmente desculpei com a gravidez, enquanto apaziguava o sentimento de culpa em função do sadio e desejável crescimento abdominal...).

Poder-se-ia falar também da histeria social que se gerou em torno das recentes alterações ao código da estrada e que, afortunada e tardiamente, obrigam a circulação pela esquerda nas rotundas – obrigada!!!

Podia ainda falar no casamento maravilha onde passei o dia 31 de Dezembro e boa parte da madrugada de 1 de Janeiro, onde os noivos surpreenderam pela positiva, ao inverter o protocolo socialmente instituído (bolas, que se eu não me tivesse casado já, tinha dali retirado umas ideias bem boas).

Podia também falar na cabeleireira que descobri em Braga que, por € 7,50, me fez um penteado bem catita, à prova de chuva e vento e que me permitiu comparecer na boda com ar arranjadinho.

Também podia falar na amigdalite da minha esteticista que, às portas de me abalar dos Algarves, a impediram de me tratar convenientemente …. o que culminou com uma linda canela despelada por mau uso de uma gilete….mas que, por outro lado, me permitiu apurar a técnica da maquilhagem de disfarce... Mas isto é melhor não contar, que dá muito má imagem da minha pessoa… ainda me surgia um convite para integrar a casa dos segredos…!

Podia falar da morte do Rei e dos disparates de levarem o homem para um mausoléu como o Panteão Nacional, quando o que lhe era devido era que o mantivessem em casa - no Estádio da Luz.

Podia falar dos comentários do Dr. Mário Soares….Não, disso, realmente, não se pode falar, é mau demais!

PS: Ah, sim, e fui assaltada ... outra vez!


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Finíssima... A Minha O bag!!!

Directamente da capital do império para a província! 


Ah pois é! A menina é fina, muito fina! E o marido sabe disso... sendo certo que teve uma ajuda preciosa do P.B. e do Fullspot Market Ericeira!!!

Obrigadinhas!!!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A Enóloga que Há em Mim!

Entro no corredor dos vinhos e procuro a "pomada" deste Natal, para ofertar aos mesmos do costume.  Ignorante que sou sobre o assunto, tenho 3 critérios:

- Preço moderado (como quem diz, nem barato de me fazer passar por miserável, nem caro que me transtorne o orçamento);
- Reserva;
- E um rótulo cheio de pinta!

A promotora de uma qualquer marca, certamente percepcionando a minha evidente inabilidade para o assunto, logo ali viu uma óptima oportunidade de me empandeirar uma qualquer zurrapa, mas eu, do alto do meu metro e meio, fazendo sobressair toda a minha autodeterminação, logo, simpática e educadamente, dispenso os préstimos da senhora.

Percorri o corredor de um lado ao outro sem conseguir decidir-me (isto tudo com o nariz muito empinado de quem percebe perfeitamente o que está a fazer).

Novamente a mulher abeira-se de mim e insiste em ajudar-me. Eu, já irrequieta por não conseguir escolher nada que reunisse os três critérios supra descritos, novamente rejeito a serventia da senhora (desta vez apenas educadamente…). A personagem afasta-se com ar de quem já não volta. Eu agradeço!

Depois de muito ponderar (oh se ponderei!!), lá me decido por 3 garrafinhas bem catitas, muito estilosas e de ar distinto!

Abandono o corredor dos vinhos com ar triunfante, enquanto puxo orgulhosamente o meu cesto. No fundo as 3 garrafinhas.

Enquanto me dirijo para a linha de caixas, avisto uma ilha com algumas garrafas. Decido parar para ver. Quando dou por mim, já a chaga da mulher está ao meu lado e, antes que tivesse oportunidade de abrir a boca, olhei-a de frente, com ar de quem a vai descompor se ela se atrever a dirigir-me a palavra… parece ter resultado!  

A tipa desvia-se e segue o seu caminho… não sem antes demorar o olhar para o interior do meu cesto. Pelo canto do olho, ainda lhe vislumbro um sorriso maldoso, como quem diz… boa merda que aí levas, ó cabra!

Porque nesta fase o meu orgulho e auto-estima não permitem qualquer hesitação, sigo para a caixa... 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Literalmente!

Na minha terra há uma expressão muito popularucha, de gosto e refinamento duvidosos, mas que retrata bem os meus últimos dias.

Se há coisa que não gosto de fazer é falar por meias palavras, deixar-me ficar em cima da corda sem tomar posição, manter as águas turvas e os espíritos curiosos, mas desta vez não tenho opção.

Por mais que me custe voltar as costas à transparência que me é própria, hoje, em benefício de um bem futuro maior (ou de um mal menor),calo-me.

Se a justiça, a divina e a dos Homens, se concretizar, como espero, voltaremos ao assunto.

Até lá, deixo-vos com a preciosidade regional que se faz sentir por esta alma:

Há dias dum cabrão!


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

E como não poderia deixar de ser....

Cá em casa a árvore de Natal faz-se a 8 de Dezembro, mas este ano o espírito natalício chegou com um dia de atraso... mas contou com um ajudante especial!



Reparem só, nem um saquinho da Zara Home...



Não Fosse o Vento...

Eu cá sou uma pessoa com algumas preocupações ao nível da imagem.

Sendo certo que nalgumas vertentes da minha figura (mais do que a auto-estima saudável me permite contar) já dei o caso por perdido, outras há em que não me permito a derrota.

A minha cabeleira indomável, que não raras vezes me assemelha a um aborígene africano (e, obviamente, não me refiro ao invejável tom bronzeado ou à maciez da pele) é luta sobre a qual me recuso a dar por vencida.

Vai daí, paga Pitanga!

Pois é, toda a santa semana, pelos menos duas vezes, lá vou eu iludir-me que a coisa tem remédio.


Hoje foi dia! Só não contei com o flatulência emanada dos céus que me colocou nesta linda figura:

Não sei o que é pior, isto ou o Sporting em 1.º no campeonato... mas pelo menos o Sporting há-de durar pouco!