sexta-feira, 24 de outubro de 2014
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Parabéns Avô!
Conta quem sabe que começou a servir aos 4 anos e a fumar
aos 6.
Oriundo de uma família numerosa e monoparental, ditaram as
necessidades de sobrevivência que fizesse pela vida quando ela ainda mal tinha
começado.
Cuidava de uma burra, à ordem de um senhor de posses. À noite
jantava na mesa dos patrões e era disputado pelas 3 Filhas, adolescentes carinhosas
que disputavam aquele pedacinho de gente para dividir a cama.
Fez-se um homem cedo, casou e teve Filhos, teve netos, teve
bisnetos, lamentavelmente não os conheceu a todos.
Adorava dias de
festa, casa cheia, mesa farta, família reunida.
Soube ser verdadeiramente feliz sem nunca se queixar, sem
dar parte fraca.
Soube amar e foi amado.
Partiu cedo, deixou saudades.
Faria hoje 79 anos!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Que é Burra a Gaja!
Cheguei a casa com o F. aos berros! Às sete horas da tarde o rapaz não faz por menos, tem fome, quer comer e não concede. Parei o carro à porta, em vez de o colocar na garagem como habitualmente.
Tirei os miúdos do carro e deixei o AP ir brincar com o Amigo A., sob a supervisão do pai deste.
Dediquei-me então ao F. Dei-lhe de comer, banho e cama! "Benzodeus" que o rapaz dorme assim que o deito!
O AP regressa da brincadeira. Dou-lhe banho e jantar, ao mesmo tempo que engulo alguma coisa também.
Enquanto ele termina a refeição, lavo e esterilizo os biberões, ponho a louça suja na máquina, recolho a roupa do estendal, apanho a trampa que o cão resolve fazer fora do sítio e dou-lhe comida e água.
Quando o AP acaba de janta, preparo-me para subir, vamos finalmente deitar-nos. São 22h00, o F. dorme há 2.
Olho pela janela da cozinha e vejo o carro na rua, mal estacionado. Merda, ainda falta pôr o carro na garagem.
Digo ao AP que vamos pôr o carro na garagem. Ele alegra-se de imediato e vibra com a ideia de conduzir ao meu colo. Digo-lhe que não, que o polícia não deixa....
Abro a porta da rua, ele e eu de pijama, a chave do carro na mão, reparo num carreiro de formigas que se estende na pedra da entrada, em direcção à porta. Bichos do diabo que não servem para nada, não tarda nada e estão dentro de casa.
Fecho a porta... Pânico! Deixei a chave dentro de casa... e o bebé!
Corro para casa da vizinha, peço-lhe o telefone. Ligo à minha Mãe, preciso da segunda chave. O meu Pai levanta-se da cama e vem abrir-me a porta.
O meu Filho mais novo dorme tranquilamente. Encho-o de beijos sem que dê conta. Deito o mais velho e encho-o de beijos também.
Finalmente deito-me e pergunto-me: Quão estupida mais se pode ser?!
sábado, 11 de outubro de 2014
Estamos de Dieta!
Sr. Marido diz que andamos a comer muito mal. Que consumimos demasiados hidratos de carbono. Que está a ficar gordo (quando na realidade o que pretendeu dizer é que estamos a ficar gordos - fiz de conta que não percebi).
Como não me mostrei muito entusiasmada com a ideia de fazer dieta, foi logo dizendo que isto a 2 é muito mais fácil, mas que se eu não quiser ele faz sozinho.
No regresso do supermercado encontrei entre as compras o seguinte:
(Sim, são SEIS pacotes de 350g)
Oh pá, que vontade de rir!
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Isso de procurar lugar de estacionamento é coisa de gente pouco esclarecida!
Não tenho presente se já aqui
partilhei que parte das minhas semanas são passadas, em exclusivo, com os dois “piquenos”,
dado que Sr. Marido tem afazeres profissionais que o obrigam a deslocar-se de
casa por 2 ou 3 dia (quando não são 4 ou 5). Já por diversas vezes me/o
questionei se ele não terá uma vida dupla, tipo caixeiro-viajante.
Invariavelmente responde que custa a dar conta de mim, pelo que não se atreveria
a arranjar uma outra megera princesa que lhe azucrinasse o juízo… por esse
ponto de vista tenho que concordar que o rapaz terá alguma razão, não seria
fácil!
Quando ele não está, o início e
fim de dia são quase caóticos, pois que as rotinas adaptadas às necessidades de
duas crianças de tenra idade, associadas aos costumes de uma Mãe vaidosa,
obrigam-me a abandonar o aconchego da cama prematuramente e muito antes de
atingida a hora que o corpo reclama.
Assim sendo, faço um esforço
grande ao levantar-me duas horas antes da hora de saída e, ainda assim, muitas
vezes chego após o horário do fecho da porta da creche (9H30).
Hoje, após pequenas transgressões
estradais, mormente excesso de velocidade, consegui chegar 10 minutos antes…. Para
empancar numa fila de trânsito não habitual no acesso à porta da escolinha. À
minha frente estendia-se uma fila de carros sendo que o primeiro se encontrava
parado, aparentemente, sem nada que o impedisse de andar.
Esperei “calada” cerca de 5
minutos, depois disso, e porque nada naquele cenário fazia sentido, buzinei
timidamente. Nada. Passaram-se mais 10 segundo e voltei a buzinar, desta vez
com mais determinação. Nada de novo. Comecei então a olhar com maior atenção
para o carro que comandava a fila e pela minha mente começou a assomar uma
possibilidade que, por ridícula que era, rapidamente afastei.
Já as 9H30 iam longe, quando constatei,
de facto, e para grande espanto meu, que a minha suspeita, embora absolutamente
caricata, tinha agora confirmação :A dona do carro “estacionou” o dito ali
mesmo e foi à sua vidinha, entregar a sua criança.
A mim e aos restantes otários que
se levantaram cedo o suficiente para chegar a horas à escolinha dos Filhos,
restou-nos esperar e conviver com esta atitude umbilical que tanto povoa os
nossos dias e as nossas gentes!
Lembram-se daquela cena da arma,
não lembram?!!
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