sexta-feira, 10 de abril de 2015

Aos Anjos!

Quando o meu primeiro Filho nasceu, a minha Mãe disse-me uma coisa que nunca hei-de esquecer:  “A partir de agora vais olhar todas as crianças do mundo com outros olhos.”
De todas as coisas que me disse até hoje, essa é, seguramente, das mais acertadas.

Nunca fui muito maternal, nunca tive especial aptidão para lidar com crianças e muito pouco me derretia com as suas traquinices.
Enquanto miúda nunca quis ser pediatra ou educadora de infância ou outra profissão qualquer que lidasse com miúdos.
Nunca lhes tive aversão, evidentemente, mas confesso que nalguma fase da minha vida questionei mesmo se um dia viria a desejar ter filhos.
Desejei, tive, (e teria mais se a vida, a todos os níveis, me permitisse), apaixonei-me pelos meus Filhos e, tal como a minha Mãe sabiamente previu, apaixonei-me também, de alguma forma, pelos Filhos dos outros.
Não vejo muita televisão, não tenho grande tempo para o fazer, o que me tem custado alguma desactualização. Ainda assim, não o suficiente para me poupar ao murro no estômago que levei com a notícia do bebé de Linda-a-Velha.

Ontem abracei o meu Filho mais novo (pela semelhança de idades) com mais força, dei-lhe mais beijinhos, mais mimo, como se de alguma forma o calor do meu abraço o protegesse de todo o mal do mundo, como se de alguma forma o sentimento de protecção que tenho em relação aos meus Filhos pudesse valer a todas as crianças e, de algum modo, pudesse aconchegar aquele bebé, onde quer que ele se encontre.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

A Magia do Natal!

Uma pessoa compra presentes nessas lojas da moda, onde se poupa algum e onde as moçoilas, sempre simpáticas e atenciosas, de sorriso fácil, nos informam que não fazem embrulhos.

Além dos presentes baratinhos, uma pessoa compra o papel de embrulho, as fitas e os sacos.

As moças simpáticas acenam e desejam as boas festas enquanto se riem interiormente pelo comportamento otário de quem poupa nos presentes e gasta a diferença nos embrulhos.

Um pessoa finge que não percebe.

Chega a casa e esconde os sacos para não quebrar a magia do Natal das nossas crianças, as quais ainda acreditam nessa invenção dos tempos modernos chamado Pai Natal. No meu tempo quem trazia os presentes era o menino Jesus… o velho barbudo só aparecia para assustar à hora da sopa… mas enfim.

Dá jeito manter a ilusão de que é o Pai Natal, ou outra entidade qualquer, que traz os presentes, os quais só chegam na noite de Natal e apenas para os meninos que se portaram bem durante o ano… a chantagem infantil é uma arma muito apreciada cá em casa!

Filho perguntador questiona uma pessoa sobre o conteúdo dos sacos. Empenhada em manter a farsa, uma pessoa responde: são coisas da Mãe, amor, não é para mexeres.

Filho espertalhão e olhos vivaços responde: Estás a enganar-me, o Pai disse que são presentes que tu vais embrulhar para por debaixo da árvore!

Obrigada Marido!!!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Imperdoável!

- Bom dia Dr.ª Pitanga, como está?!
- Ah, olá!, Bem, obrigada, e a Senhora?
- Bem...! Ah..., Já não trabalha no escritório...?!!!
- Trabalho, porquê?
- Ah, bem... por nada... pensei que agora trabalhava nos CTT...

Realmente, Pitanga, como é que tal coisa não te ocorreu?!!!
(Burra que sou, ainda fiquei a pensar naquilo... 
Se alguém tiver por aí uma foto dos uniformes dos CTT, faça o favor de disponibilizar, porque na net não encontrei iguais aos da localidade... mas é mais ou menos isto!)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Encher Chouriços! Deve Ser Isto!

Tendes tido saudades minhas?!!! Pois ainda bem! (assumindo que a resposta é positiva).
Então, esperai mais um pouco que por aqui o tempo é curto e a inspiração está fraca.